
Muitos segmentos estão sofrendo conseqüências bastante fortes, decorrentes da instabilidade econômica e baixos índices de crescimento. Em especial aqueles ofertantes de bens duráveis e semiduráveis, como o de autopeças. Ao se analisar os indicadores sócio-econômicos de uma nação, não se pode deixar de avaliar as condições de renda, emprego e taxa de juros para crediário e financiamento. E estas variáveis agem sobremaneira quando o assunto é compra planejada, muito relacionada a bens duráveis. É justamente nesta modalidade de compra que a possibilidade de elaboração de um financiamento se faz necessária, quando se disponibiliza parte dos recursos provenientes da renda para a sua efetuação. Porém, com quedas acentuadas na renda do brasileiro em mais de 10% nos últimos meses, somadas ao elevado índice de desemprego, que está acima dos 13% em todo o território nacional, a compra de bens duráveis passa a um segundo plano, uma vez que os recursos disponíveis são alocados em aquisição de bens não duráveis, como aqueles destinados à alimentação e higiene e limpeza. Ademais, as próprias taxas de juros inibem o consumo, uma vez que, para alguns segmentos de bens duráveis, ultrapassam os 100% ao ano para o consumidor final.

Faça download do artigo completo: