
É muito comum, senão quase regra geral, as empresas terem estampadas em quadros bem dispostos em lugares de ampla visibilidade suas declarações de missão. Tais enunciados recorrentemente se preocupam em apresentar uma série ampla de propósitos vestidos quase exclusivamente com a terminologia dos interesses sociais. Não que as empresas não devam atender propósitos sociais, pelo contrário. Ocorre, contudo, que uma empresa é constituída com o propósito precípuo de gerar lucros. Ou seja: atender o cliente, contribuir para o avanço tecnológico, etc. são meios não um fim. O que se faz com o lucro é uma outra questão. Para gerar lucros uma empresa precisa antes de tudo e acima de tudo de pessoas. Uma empresa não existe, o que existe são as pessoas. Portanto, a capacidade de geração de resultados e os esperados benefícios sociais dependem da habilidade e da competência dos indivíduos.

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